Untitled Document
TERÇA-FEIRA, 30 DE NOVEMBRO DE 2021
08 de OUTUBRO de 2021

Mapeamento identifica presença da variante Delta em 4 municípios de Mato Grosso do Sul

Trabalho, denominado “Mapeamento Genômico de Mato Grosso do Sul”, divulgado nesta quinta-feira (7). — Foto: Getty Images via BBC

Mapeamento genômico encomendado pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul identificou a presença da variante Delta – que traz maior risco de internação e morte - em quatro municípios do Estado. Apesar do cenário de estabilização da doença, os dados reforçam a continuidade das medidas de prevenção de biossegurança, como distanciamento social, uso de máscaras de proteção e higiene constante das mãos.

O trabalho, denominado “Mapeamento Genômico de Mato Grosso do Sul”, divulgado ontem (7), teve como objetivo conhecer as variantes que mais circulam no Estado e, com isso, subsidiar as autoridades sanitárias na adoção de práticas e ações de combate à Covid-19.

De acordo com a SES, Mato Grosso do Sul registra a presença de 21 variantes da SARS-CoV-2, em 64 municípios do Estado. A predominância ainda é da P.1 – linhagem originária de Manaus (AM) que foi identificada em 47 municípios. Quanto a variante Delta (B.1.617.2 e AY.4) está presente em Corumbá e Ladário e mais recentemente em Amambai e Campo Grande.

O Boletim Epidemiológico da SES identificou que Campo Grande é o município com maior número de registros de variantes, são 13, incluindo a Delta. Logo em seguida, vem os municípios de Dourados e Chapadão do Sul, com seis tipos de variantes. A cidade de Três Lagoas também aparece com pelo menos cinco variantes identificadas. Por outro lado, 10 municípios não registram a presença de variantes: Anaurilândia, Bataguassu, Caarapó, Caracol, Cassilândia, Glória de Dourados, Jaraguari, Jateí, Juti, Laguna Carapã.

No Estado, o Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul (Lacen/MS), monitora a evolução do Coronavírus no Estado.

As amostras são de agosto e foram realizadas pela Fiocruz do Amazonas. Entretanto, das 485 amostras sequenciadas, a prevalente é a P.1. Já a variante Delta equivale a 2% das amostras sequenciadas.

Ao longo da pandemia foram mapeadas diversas variantes no Estado. Além da P.1 (43,3% - dos casos), aparece na sequência linhagens brasileiras, como a P.1.7 (16,3%), B.1.1.28 (12,8%), B.1.1.33 (8,2%) e a P.2 (12,2%). Existe outras ainda como a B1 (responsável pelo surto no norte da Itália no início de 2020), B1.212 (sul-americana), N.4 (Chile), P.1.2 (Brasil, Argentina, Países Baixos, EUA e Espanha), A.2.5.2 (Itália, EUA e Reino Unido), B.1.1 (Europa), B.1.1.247 (regiões norte da Europa e da África e Gâmbia, na África Ocidental) B.1.1.274 (Inglaterra, Tailândia, Rússia e EUA), B.1.1.44 (Reino Unido, Dinamarca e Islândia) e B.1.240 (EUA).

A predominância da variante P.1 tem as seguintes características: maior transmissibilidade, atinge a população mais jovem, apresenta uma evolução mais rápida da doença e maior gravidade da doença, além de diminuir a efetividade das vacinas.



Fonte: G1



» VEJA TAMBÉM!
POLíCIA  30/11/2021
A Polícia Militar em conjunto com forças de Segurança Pública realizou a “Operação Fronteira Segura Sul III”
POLíCIA  30/11/2021
DOF apreende veículo com mais de 240 quilos de drogas
GERAL  30/11/2021
Herança da covid, MS terá 164 novos leitos de UTI
POLíCIA  30/11/2021
Durante tempestade, detentos quebram grade e fogem de presídio na fronteira
ENTRETENIMENTO  30/11/2021
Veja a previsão do Horóscopo para hoje 30 de Novembro
Untitled Document
TáNaMídia Naviraí
Editor: Umberto Cardoso (Zum)
E-mail: zum@tanamidianavirai.com.br
Endereço: R. Jamil Salem, 27 CENTRO
Naviraí - MS - Brasil
+55 67 9956-1909