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POLíCIA
13/07/2012 14h19min
Polícia investiga se assaltante usava "folgas" de presídio para cometer roubos
A Polícia Civil vai rastrear as datas em que o autor da tentativa de roubo a malote do Banco do Brasil, Jeová Felismino de Souza, 42 anos, estava de licença da Colônia Penal Agrícola, onde cumpre pena, para checar se nos mesmos dias aconteceram outros roubos a malotes.

Jeová planejou a ação no mesmo dia em que saiu de licença do presídio, na terça-feira (10). “No mesmo dia em que saiu da Colônia, ele já foi para o local monitorar, foi visto por comerciantes vizinhos e reconhecido pela vítima”, diz o delegado responsável pelo caso, da Derf, Fábio Peró.

O delegado explica que Jeová tinha conseguido uma licença por bom comportamento e ficaria 7 dias fora da prisão

Jeová tentou roubar dois malotes de correspondente bancário em frente a agência do Banco do Brasil, quando Felipe Pedra Nogueira, 19 anos, iria fazer o depósito. O jovem reagiu, foi agredido e atingido na perna por um dos tiros efetuados por Jeová.

Um dos malotes tinha a quantia de R$ 8 mil e o outro valor maior, que não divulgado. O jovem informou inicialmente que nenhum dos malotes tinha sido roubado, mas depois disse que o de maior valor tinha sido levado, no entanto, corrigiu a informação nesta manhã para a Polícia Civil, dizendo que encontrou o malote dentro do veículo.

Ele foi preso menos de 24 após o crime com base nos depoimentos de testemunhas. A investigação ainda acredita que pelo menos outras duas pessoas ofereceram suporte para a ação, uma em motocicleta e outra em carro.

Ele tem várias passagens pela Polícia e era integrante da “quadrilha dos piscineiros”, composta em maioria por familiares re Jeová e que aproveitava para roubar residências após similar oferecer o serviço de limpeza de piscinas.

Seu filho, Jonathan Michel Barbosa, e o sobrinho, Marcos Vinicius de Souza Schimitt, de 20 anos, são os autores de roubo de um malote de R$ 69 mil na Avenida Afonso Pena, próximo ao Obelisco, em abril do ano passado.

A ação foi toda flagrada por policiais civis à paisana do serviço reservado que passavam pelo local. Os três policiais interceptaram os autores, que iniciaram um tiroteio em plena Afonso Pena.

Defesa - Jeová nega o crime. O advogado dele, Wilton Edgar Acosta, diz que tem provas de que no momento do crime estava em outro local.

Jeová é dono de uma empresa de materiais de construção e afirma que no momento da tentativa de assalto estava assinando a rescisão contratual de um funcionário.

Ele ainda garante que tem filmagens que comprovam a versão. O delegado informou que irá apresentar as provas da defesa.

TAGS: Polícia, Folgas, Roubos

Fonte: Campo Grande NEWS

Umberto Zum
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